Modelo é capaz de fazer até 34 km com apenas um litro de gasolina

Tecnologia e-Power utiliza o motor a combustão para alimentar o elétrico

O nosso Nissan Kicks no Japão se chama Note.

Mas o modelo japonês tem um atrativo que fez as vendas explodirem no mercado japonês, o sistema e-Power.

A diferença da tecnologia utilizada no Nissan Note, nosso KIcks, é o fato que enquanto o sistema híbrido convencional, utilizado por exemplo no Toyota Prius e no Ford Fusion, funciona com dois motores para dar tração ao veículo, um a combustão interna e outro elétrico. No sistema e-Power da Nissan é utilizado o motor elétrico para tracionar o veículo. Ou seja, o motor a combustão funciona apenas para gerar energia ao sistema elétrico.

Diferenças entre os sistemas híbridos

Com a tecnologia e-Power, a Nissan dá mais um passo para facilitar a implantação dos veículos híbridos no Brasil, conforme lembra José Luis Valls, presidente da Nissan na América Latina. “Se já temos o Note no Japão, por que não termos o Kicks e-Power no Brasil?”, pergunta Valls.

Kicks e o Brasil 

Pelo fato de a matriz da Nissan estar satisfeita com as vendas do Kicks no Brasil, conforme revelou Marco Silva, presidente da Nissan do Brasil durante o Salão de Tóquio realizado esse ano, é considerado, inclusive pelos executivos japoneses, trazer o sistema e-Power para o país.

A tecnologia híbrida utiliza um motor a combustão interna menor, de pequena cilindrada. No Nissan Note, é utilizado um propulsor de 1,2 litro a gasolina. Para o Kicks nacional, é considerado a utilização do motor de três cilindros 1.0 do March.

O objetivo é adaptar essa tecnologia de forma que a Nissan economize no projeto do Kicks e-Power e possa lançar o modelo com preço bem mais competitivo.

Caso contrário, a Nissan terá de importar todo o sistema e-Power e o Kicks ficará mais caro, mas ainda sim terá um preço atraente para o mercado brasileiro que dá os primeiros passos no caminho dos automóveis híbridos e elétricos.

Painel do Nissan Note

 

 

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